Os reais perigos do novo Coronavírus

Os coronavírus são uma grande família de vírus. Alguns causam doenças nas pessoas e outros, como coronavírus canino e felino, infectam apenas animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave), identificada em 2002 e a Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), identificada em 2012.

 

Em 2019 um vírus surgiu  a China, o coronavírus. Porém, este vírus não é o mesmo que que geralmente circulam entre humanos e causam doenças leves, como o resfriado comum. É um vírus novo, que ainda não havia sido identificado.

Um diagnóstico com coronavírus 229E, NL63, OC43 ou HKU1 não é o mesmo que um diagnóstico COVID-19. Por este motivo, os pacientes que são positivos para o vírus serão avaliados e tratados diferentemente dos pacientes com diagnóstico comum de coronavírus.

 

Gravidade do Coronavírus

No dia 7 de janeiro de 2020, o vírus foi isolado e detectado primeiramente na cidade chinesa de Wuhan. Antes dessa identificação, a China já havia informado a Organização Mundial de Saúde, no dia 31 de dezembro de 2019, da ocorrência de uma pneumonia de causa desconhecida.

A causa dessa pneumonia foi o coronavírus. Mas o quadro clínico completo sobre o novo coronavírus ainda não está completamente esclarecido. Sabe-se que o MERS-Cov e o SARS-CoV causam doenças bem graves nas pessoas. As doenças relatadas variaram de leves a graves, incluindo doenças que resultam em morte.

E em 11 de janeiro de ocorreu a primeira morte em decorrência do novo vírus. Então, em 11 de fevereiro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou um nome oficial para a doença que está causando o novo surto de coronavírus em 2019, identificado pela primeira vez em Wuhan China.

O novo nome desta doença é doença de coronavírus 2019, abreviado como COVID-19. No COVID-19, ‘CO’ significa ‘corona’, ‘VI’ para ‘vírus’ e ‘D’ para doença. E rapidamente a doença, que ficou conhecida por COVID-19, alastrou-se pelo planeta.

No mês de março de 2020, todos os continentes já haviam sido afetados. Levando a OMS a declarar, em 11 de março, que a COVID-19 é, sim, uma pandemia.

 

COVID-19 no Brasil

Até o dia 15 de março foram confirmados pela OMS 178 mil casos da doença no mundo e 7074 mortes. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, até o mesmo dia 15 de março,  234 casos foram confirmados pelo MS e nenhuma morte ocorreu no país até a data. No mundo, a letalidade do vírus é de cerca de 2%.

E em questão de dias, em 23 de março, o Brasil teve uma alta no número de casos confirmados. O último balanço oficial do Ministério da Saúde aponta 1.546. Foram registrados 25 mortos no país, 22 deles no estado de SP.

Pessoas idosas e pessoas com certas condições de saúde subjacentes, como doenças cardíacas, pulmonares e diabetes, por exemplo, parecem estar em maior risco de doenças graves.

 

Fique em casa

Para que o vírus seja disseminado é preciso que todos façam a sua parte. Acredita-se que o vírus se espalhe principalmente de pessoa para pessoa. Entre pessoas que estão em estreito contato umas com as outras (até um metro e meio).

Através de gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra. Essas gotículas podem pousar na boca ou no nariz de pessoas próximas ou possivelmente inaladas nos pulmões.

Atualmente, não há vacina para prevenir a doença de coronavírus 2019 (COVID-19). A melhor maneira de prevenir doenças é evitar ser exposto a esse vírus. No entanto, como lembrete, existem ações preventivas diárias para ajudar a prevenir a propagação de doenças respiratórias, incluindo:

  • Fique em casa para não propagar o vírus e nem se infectar;
  • Evite o contato próximo com pessoas;
  • Lave as mãos frequentemente com água e sabão;
  • Evite tocar os olhos, boca e nariz;
  • Ao tossir ou espirrar cubra com o antebraço ou lenço de papel e depois jogue no lixo;
  • Limpe e desinfete os objetos e superfícies tocados com frequência.

 

Esses são hábitos cotidianos que podem ajudar a impedir a propagação de vários vírus.

 

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/03/23/casos-de-coronavirus-no-brasil-em-23-de-marco.ghtml

https://brasilescola.uol.com.br/doencas/coronavirus.htm

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